Vulvodínia

 em Disfunção sexual

Segundo o Consensus terminology and classification of persistent vulvar pain, realizado em 2015, a vulvodínia é considerada como dor vulvar, com pelo menos 3 meses de duração, sem uma causa claramente identificada, mas que pode ter potenciais fatores associados.

As mulheres relatam um desconforto vulvar como dor ou ardor em pontos específicos ou generalizados da vulva, sem que alterações anatômicas sejam visíveis a olho nu.

O problema da vulvodínia é que nem todas as mulheres com este diagnóstico buscam ajuda por achar ser normal sentir dor durante o coito ou, ainda, por terem vergonha de expor esta condição.

(Mulheres: NUNCA é NORMAL/OK sentir dor durante a relação sexual!)

O problema é que sem tratamento adequado muitas delas relatam potencialização da dor ou esquiva da relação sexual, gerando uma ansiedade antecipatória diante da relação sexual.

A bota notícia é que vulvodínia tem tratamento!

O diagnóstico é realizado por profissional da ginecologia e o tratamento pode ser medicamentoso e/ou fisioterápico, sendo necessário, em alguns casos, psicoterapia sexual, por conta dos traumas emocionais gerados ao longo da vida, por conta da dor sentida, principalmente nos momentos de relação sexual.

Fonte:

http://www.issvd.org/wp-content/uploads/2015/09/consensus-terminology-of-Vulvar-Pain-V5.pdf

http://www.fspog.com/fotos/editor2/06_2015_3-ao_14-00102.pdf

http://www.fspog.com/fotos/editor2/06_2015_3-ao_14-00102.pdf

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